

Gostei muito de ver o filme: Diário Proibido, me fez pensar em toda a teoria psicanalítica da neurose histérica,que estudei bem a fundo.
Uma histérica atuando seu lugar de objeto em relação ao outro, tanto no amor como no sexo.
Como nos deparamos no consultório e no mundo com esse tipo agudo de histeria. A atriz representou no filme, muito bem essa dualidade feminina. Contudo, vale ressaltar a nível agudo dessa neurose, tanto que ela mesma se nomeia ninfomaníaca. O interessante é observar que por destrás de todo aquele excesso de sexo, que funcionava como uma defesa, havia uma mulher frágil. solitária e infeliz a ponto de escolher como objeto amoroso, um maníaco. Esse encontro mostra o lado tb agudo da neurose dela. Enfim, o filme suscita uma boa análise a maneira Freudiana/ Lacaniana. Me fez lembrar do excelente livro que li alguns anos atrás :"O que Lacan dizia das mulheres, de Colette Soler. "
Um comentário:
Bacana o seu blog.
Vi que você agora é uma seguidora
do CENNA DOIS. Legal. Seja bem vinda. A partir de agora construiremos uma grande amizade.
Beijos...
Postar um comentário