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sexta-feira, 14 de setembro de 2007

A difícil arte de escrever...



Antes mesmo de iniciar esse texto, fiquei pensando em como poderia ser útil para aqueles, que têm dificuldade em produzir um texto, seja ele acadêmico ou não.
Escrever é uma forma de simbolizar um pensamento, porém, de uma maneira mais elaborada do que falar. Por que será que tantas pessoas têm difiduldade de simbolizar um pensamento escrevendo? Penso que poderia discorrer aqui vários motivos, mas, vou selecionar somente um. Escrever implica em criar, porque, quando se escreve sobre de um determinado assunto, ou vivência, algo de novo vem à tona, pois, não importa se muitos já falaram daquele tema, sempre haverá um “olhar diferente”, às vezes até inusitado, pessoal, melhor dizendo, um estilo próprio. É essa diferença, que torna a escrita eternamente encantadora, porque assim como nenhum ser humano é igual ao outro, nenhuma escrita também é. Então, quando temos o prazer de ler uma produção, literária ou científica, nos abrimos para refletir sobre aqueles aspectos que o autor criou e com isso, nossa capacidade de formar opinião, pensar e escolher também serão ampliadas.
Não tenha receio de criar, confie em sua capacidade, pois, com certeza, você têm muito a oferecer ao mundo!!!

terça-feira, 11 de setembro de 2007



Desejo
Victor Hugo

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra ,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você sesentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
Eque pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga `Isso é meu`,
Só para que fique bem claro quem é o dono dequem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar esofrer sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
Eque se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Lançamento do Livro “O Atual Sempre” - de Joselita Rodovalho, um ensaio psicanalítico sobre o inabitável vazio da vida cotidiana



Dia 30/08, o mais novo objeto produzido pela minha querida amiga Joselita Rodrigues Rodovalho foi lançado ao mundo. Seu livro “O Atual Sempre” - um ensaio psicanalítico sobre o inabitável vazio da vida cotidiana, nasceu e nos convoca a refletir esse vazio que habita em todos nós, e do qual teremos que conviver sempre.
Tenho um carinho muito especial pela autora e pela obra. A autora é uma psicanalista, que cumpre essa função com muita ética e competência, conhece muito tanto a práxis quanto a teoria psicanalítica. Foi membro co-fundador de algumas instituições psicanalíticas de Brasília, sendo a mais recente a Escola Lacaniana de Brasília, nessa foto acima ela está ao lado de Rosângela Saraiva (em pé), outra colega muito querida que hoje é diretora da Escola Lacaniana.
Em relação a obra tive a honra de revisá-la por último e participar na indicação da Editora, enfim, acompanhei o "parto" do livro.
A obra é muito interessante e pode ser lida, tanto por profissionais da área, quanto leigos, pois, Joselita expõe com muito clareza e fluência, conceitos fundamentais da psicanálise, como a etiologia das neuroses, casos clínicos de histeria analisados por Freud e outros temas muito atuais, como o prazer e Gozo na cultura e civilização.
Joselita, com sua escrita acertiva, madura e pontual, aponta o lado positivo da angústia, que proporciona ao Sujeito uma nova escolha, ou posição. Todos nós estamos sempre nos reposicioando perante a vida. Adorei a passagem de Jean Alouche, que também está impressa na orelha do livro. " poder passar para uma outra coisa... Sempre". Sabemos que essa passagem nem sempre é fácil, pois, sair da fantasia para o real, implica sempre em destituir algo idealizado. A angústia é o sinal de que algo interno, precisa ser olhado, refletido e quem sabe abandonado, para que possa construir um novo.
Finalizo com a citação da autora, no tópico: Prazer e Gozo:uma Questão de Cultura e Civilização:
"A neurose é um recurso para o sujeito, não do ponto de vista de um estado de saúde mental, mas como uma alternativa de alcançar o impossível: gozar, "com" ou "como" um Outro. No entanto, este recurso ainda que nefasto, permite ao sujeito conjugar-se a um verbo ativo (falar, ler, escrever, ter, gozar, etc). É com um pouco de neurose no jogo das relações entre parceiros, que a sedução pode atravessar a demanda de amor fazendo existir entre um e outro algo a mais que permita ao sujeito demonstrar seu desejo".
Vale a pena conferir esse excelente trabalho!

domingo, 9 de setembro de 2007

Dica de leitura : O caçador de Pipas de Khaled Hosseini




O livro, O Caçador de pipas de Kaled Hosseini, foi editado para mais de 29 países e vendeu só nos EUA mais de 2 milhões de cópias, sem dúvida é um successo. Em breve estará nas telas de cinema, pois a produtora Sam Mendes, o mesmo diretor de Beleza Americana, comprou os direitos autorais para produzir o filme.
Todos nós sabemos que os filmes raramante alcançam a profundidade da escrita de um livro. Porém, mesmo para quem leu este excelente romance, vale a pena conferir o filme, pois, é notório pelo trailler, que o diretor foi fiel às palavras de Kaled.
Não vou discorrer aqui a história, até porque sugiro a todos que leiam o livro, pois é delicioso e totalmente envolvente, no entanto, vou me atrever a falar sobre ela, que é muito interessante e me convocou a refletir sobre alguns valores e conceitos.
Mesmo antes de ler o livro eu ficava imaginando o motivo dele ser tão recomendado nas listas de revistas, etc, e porque tantas pessoas o indicavam. Depois que o li, respondi aos meus dois questionamentos. Vamos lá..
A história é excelente porque apesar de ser ficção poderia ser a história de qualquer ser humano, diferentemente dos contos de fadas e dos livros místicos. Porque de qualquer ser humano? Porque qual ser humano não erra, não tem ciúmes, não falha, não sente culpa? Nesse romance os personagens sofrem a díficil e árdua tarefa, que é viver. Amir, um dos personagens principais, em alguns momentos nos causa raiva, tristeza e em outros, compaixão e simpatia. Poucas vezes, vemos tão bem a dicotomia humana. Penso que essa exposição do real tão bem simbolizada pela escrita de Khaled, é que captura a atenção do leitor do começo ao fm do livro. Ao me debruçar sobre suas páginas, além dos dramas humanos, pude conhecer um pouco da estória do Afeganistão e sua degradação. Até nisso a história poderia ser de qualquer ser humano e de qualquer povo do mundo, pois, desde que o mundo é mundo os absurdos de guerra, de dominação e a crueldade se repetem.
Vivemos numa era, onde a tecnologia está cada vez mais avançada, estamos online praticamente com o mundo todo, a globalização é um fato real e virtual. Porém, a intransigência, a necessidade de dominar o outro, a impossibilidade de administrar a diferença persite, Freud nunca foi atual, vale a pena reler o seu texto: O Mal estar da Civilização, mas isso pode ficar pra outra postagem. Voltando ao livro, este nos remete à nossa realidade, ou seja, nunca temos garantias de nada, inclusive de sermos felizes. Outro ponto a ser considerado é uma constatação na teoria e práxis psicanalítica, o retorno do recalcado, para os neuróticos, que muitos chamam de "lei do retorno". Sem dúvida, os personagens vivem intensamente essa lei, todos de alguma forma expiam seus erros e pagam por suas escolhas. Não é assim na vida para todos nós? Finalizo este texto com duas citações. Uma, da minha querida filha que leu o livro antes de mim.
" Bom mãe, o personagem central é muito legal porque é humano!"
E a outra é de Freud: “Setenta anos ensinaram-me a aceitar a vida com serena humildade (...) Não, eu não sou pessimista, não enquanto tiver meus filhos, minha mulher e minhas flores! Não sou infeliz – ao menos não mais infeliz que os outros".

Boa leitura e bom filme daqui a alguns meses....

sábado, 8 de setembro de 2007

Quando o medo vira fobia...

Mara Baroni






João transpira profundamente, a sensação de pânico é crescente, aqueles minutos naquela sala fechada parecem uma eternidade. A sensação é de estar sendo engolido por algo que não tem controle. Ele sofre de claustrofobia, foi esse diagnóstico que seu médico lhe transmitiu. É o estado psicopatológico caracterizado pelo medo de estar ou passar em lugares fechados ou de tamanho reduzido.

Melissa é uma estudante universitária excessivamente tímida, que está tentando novamente retomar seus estudos, trancou o curso duas vezes. O motivo? Fobia social. Joana não consegue falar na sala de aula e nem expôr trabalhos, sem sentir sintomas físicos como: rubor, tremores nas mãos, náuseas e urgência miccional .

O que os dois sujeitos mencionados acima possuem em comum? A fobia, esse sintoma neurótico, que costuma paralisar e inibir o sujeito para a vida.

A palavra phobia se origina do latim científico, que, siginfica medo intenso, ou irracional, hostilidade ou reação mórbida diante de qualquer coisa. Etimologicamante também é o nome de uma divindade grega, que quer dizer pânico, terror, que incutia medo aos inimigos.

Na blibliografia psicanalítica, o caso clínico mais famoso de fobia que Freud publicou foi “ Analise de uma fobia em um menino de cinco anos ( O pequeno Hans) em 1909.
Esse caso foi paradigmático no estudo da fobia que é denominada no grupo das neuroses, de histeria de angústia, além de ter sido uma ótima oportunidade de Freud confirmar suas teorias sobre a sexualidade infantil, complexo de édipo, de castração e angústia de castração.
Vamos rever rapidamnte esse caso clássico de fobia, estudado por Freud, no qual, atuou como supervisor do pai de Hans, que ocupou o lugar de analista com o filho, afim de entendermos um pouco de como a fobia atua psquicamante num indivídiuo.
Segundo Freud, todas as crianças acreditam que todos têm pênis, tanto os homens, como a mulheres, numa fase que ele denominou pré-edípica. Hans não fugiu a essa regra, pois, nessa idade começou a observar “os pipis” nos animais e depois perguntou à sua mãe, se ela também tinha um “pipi”. Nessa mesma época a criança descobre seu pênis e também o prazer, geralmente começa a se masturbar.
Hans era um menino muito apegado à mãe, apesar de também gostar muito do pai. Ele insiste em dormir na cama dos pais e acompanhar a mãe ao banheiro, quando esta vai urinar. Quando tinha 3 anos e meio, nasce sua irmãzinha e ele fica muito enciumado.
Com 4 anos e meio, quando sua mãe estava lhe dando banho, e depois ia aplicar o talco em volta de seu pênis, tomando cuidado para não tocá-lo, Hans tenta “seduzir” a mãe dizendo:
Hans: “ - Porque que você não põe o dedo aí?”
Mãe: “ - Porque seria porcaria.”
Hans: “ - Que isso, porcaria?”
Mãe: “ Porque não é correto.”
Hans ( rindo)”- Mas é tão divertido”.
Com esse recorte do diálogo entre Hans e a mãe, podemos ver que as crianças não são tão inocentes quanto parecem, pois, sentem amor e desejo pelos seus pais. É aí que entra o complexo de édipo.Como amar minha mãe e não ter medo que meu pai “ me castre” por causa desse amor? Isso no caso dos meninos é claro, pois, com as meninas o édipo é diferente, já que elas não possuem pênis, não são ameaçadas de perdê-lo. Não podemos esquecer que esse processo é inconsciente para a criança.
Hans, logo depois desse episódio do banho, ao sair na rua com sua babá, entra em pânico a ver um cavalo e volta em prantos para sua casa, e a partir desse dia, não sai mais de casa por causa da fobia a cavalos, que segundo ele, iria mordê-lo. Freud afirma que as fobias substituem um perigo interno instintual por outro externo e perceptual.
Freud analisando os fatos cronológicos da vida de Hans até a eclosão da neurose, chegou as seguintes conclusões. Os implusos excessivos que Hans sentia, ou seja, afeição pela mãe e o medo e agressividade em relação ao pai geraram um conflito de ambivalência nele. Este, por sua vez, desencadeou um sintoma, que no caso e Hans, foi a fobia a cavalos, que acabou gerando uma inibição, que era não poder sair na rua, para não encontrar os cavalos. Tudo isso para afastar a angústia de castração, que recalcou a idéia “ ser castrado pelo pai” no inconsciente. Houve um deslocamanto do medo do pai para o cavalo. Esse é o preço para todos os seres falantes, a castração, não se pode ter esse objeto, a mãe, é a lei do incesto, cujo o pai é o operador dessa lei.
A fobia seria uma “saída” para essa angústia, na qual ele não pode conter e entender. No caso de Hans que foi analisado pelo seu pai, com a ajuda de Freud, a neurose, apresentada pelo sintoma fóbico, é curada quando o menino descreve duas fantasias, que foram as “soluções” que nosso pequeno pôde conceber para o seu conflito. Na primeira, ele recebia de um bombeiro ( profissional que conserta pias, etc), um pênis novo e maior, superando assim o seu medo de castração. A segunda, iria se casar com a mãe, e seu pai se casaria com a sua ( avó). Não nos esqueçamos que eram fantasias, e que foram construídas afim de amenizarem e viabilizarem uma saída para todo o conflito interno de Hans e seu complexo de édipo. A partir dessa “solução fantasiosa”, ele não apresentou mais fobia a cavalos.
Um fato interessante é que, Freud dizia que todo esse processo era recalcado pela criança e ela quando adulta, não se lembraria de nada. Hans quando tinha dezenove anos foi visitar Freud, e este o preguntou se ele se lembrava desse período de sua vida e da fobia. Hans respondeu que não se lembrava de nada disso, a ser um nome de um balneário que sua família costumava frequentar na sua infância, durante o verão. Disse também que sentiu muito o divórcio dos pais e que adorava sua irmã.
Voltando lá atrás aos nossos personagens, João e Melissa, o que podemos entender de suas fobias? Quais serão os conflitos que ambos estão se deparando? Quais os desejos que não estão conseguindo realizar? Quais angústias que ambos estão deslocando para o medo? O importante é entender que estão deslocando como fez Hans com os cavalos. Pode ser uma relação que ainda não se fez um luto no caso de Joana, e inconscientemente, recalca isso e desloca para o pânico de apresentar seus trabalhos. Pode ser um desejo intenso de mudar de profissão para João, mas o risco é tão grande, que essa angústia também é deslocada para o medo intenso de permanecer em lugares fechados. Enfim, só com a fala, com a manifestação do inconsciente por meio dos atos falhos, dos sonhos e dos sintomas que poderíamos encontrar os verdadeiros conflitos que subjazem as suas fobias. Aí sim, quem sabe como uma trilha que se abre numa floresta, João e Melissa, talvez pudessem abrir um caminho para os seus desejos se manifestarem, mesmo que o preço inicial seja suportar a angústia por sentí-lo, em vez do medo deslocado que é a fobia.
Antes de tentarmos suprimir uma fobia, seria interessante investigar, o que essa fobia está deslocando, pois, ela comparece como sintoma, porque esse sujeito não conhece outro mecanisco psíquico, além da neurose, para lidar com o seu desejo.
Para finalizar, cito aqui um trecho do texto Quando Freud fala das fobias, de Jean Bergès, um psicanalista francês. “ Assim como o perigo real é um perigo que conhecemos, a angústia neurótica é uma angústia diante de um perigo que não conhemos: é um perigo pulsional. Mas o que significa a situação de perigo? Seria o reconhecimento de nossa fraqueza, de nossa aflição diante dela, do que ela tem de traumático”.
Quando nós humanos não conseguimos lidar com as nossas exigências pulsionais, nossos desejos, as fobias, as idéias obsessivas, as conversões histéricas, a depressão, enfim, as variadas manifestações sintomáticas da neurose vem à tona para nos lembrar que estamos vivos que e temos que fazer valer isso!

Bibliografia:

BERGÈS, Jean ; Quando Freud fala das fobias; Internet
FREUD, Sigmund. As Neuropsicoses de Defesa (1984). Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud Vol.III. Rio de Janeiro. IMAGO 1988
_______________. Obsessões e Fobias - Seu mecanismo psíquico e sua etiologia (1895|1894, Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud Vol.III. Rio de Janeiro. IMAGO 1988.
______________. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade (1905). ESB v. VII, p. 234-235. Rio de Janeiro: Imago, 1969.
______________. Observações Adicionais sobre as Neuropsicoses de Defesa (1896). Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud Vol.III. Rio de Janeiro. IMAGO 1988.
_________________.Análise de uma fobia em um menino de cinco anos – Obras
Completas IX - ed.Standart - Rio de Janeiro- Imago - 1987

_________________. Sobre as teorias sexuais das ciranças. Obras Psicológica
Completas de Sigmund,Freud. Volume IX . 2. ed., Rio de Janeiro: Imago, 1996.

________________. Inibição, Sintoma e Angústia. Obras Psicológica completas de
Sigmund Freud. Volume XX . 2. ed., Rio de Janeiro: Imago, 1996,

GUNFIRKEL, Aline Camargo; Fobia. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001.